02/02/2025

VÍTOR SHOW (THE END)

 


VÍTOR SHOW (THE END)

Vítor: Bem-vindos, pessoal, ao Vítor Show! Depois de meses, estou de volta, e que saudade eu senti de apresentar esse programa que me trouxe tantos momentos icônicos!


E hoje temos um programa especial! Meu colega Kaíque assume a direção da entrevista com Taís, que estreia amanhã a novela Os Fantoches. Será que vem hit por aí? Vamos conferir!


Kaique: Olá! Bem vindos ao 3 episódio do Vítor Show. Hoje, irei entrevistar a nossa querida Taís, autora da próxima web-novela das 18h. Bom, então vamos começar. Fale um pouco sobre sua próxima web novela, Os Fantoches.


Taís: ‘Os Fantoches’ é uma novela sobre poder, vaidade e segredos podres. É uma história que reflete como as pessoas manipulam e são manipuladas, especialmente em ambientes onde dinheiro e status valem mais do que caráter. Eu quis criar algo que fosse ácido, cínico e cheio de camadas. Aqui, ninguém é totalmente vítima e ninguém é totalmente vilão. Tudo gira em torno de Amelinha Campos Sodré, uma mulher brilhante, cruel e profundamente contraditória, vivida por Susana Vieira. A novela mistura luxo com decadência, amor com traição, e é cheia de reviravoltas. Eu queria explorar temas como o impacto das escolhas no passado e como elas ecoam no presente. Além disso, tem algo delicioso em criar personagens que não se preocupam em ser agradáveis. É um jogo de máscaras, onde as pessoas se apresentam de um jeito, mas revelam algo completamente diferente por baixo. Acho que o público vai amar odiar essas figuras.


Kaique: Você já escreveu webs-novelas antes de Os Fantoches?


Taís: Escrevi, sim. Lá na época do Orkut, eu escrevi três tramas. Era aquele estilo clássico, sabe? Novelas longas, com 60, 70 capítulos. A gente tinha tempo para explorar cada personagem, criar mil e uma reviravoltas. Era quase um exercício de paciência e profundidade. Mas Os Fantoches foi uma experiência completamente diferente. É uma trama bem enxuta, com 20 capítulos. Confesso que, às vezes, dá aquela sensação de que não conseguimos desenvolver tudo o que queremos, mas, ao mesmo tempo, isso força a narrativa a ser mais direta, mais intensa. Não tem espaço para enrolação. Cada cena tem que contar, cada diálogo tem que ter peso. Foi desafiador, mas adorei o resultado.


Kaique: Você se inspirou em alguma obra ou algo para fazer Os Fantoches?


Taís: Olha, em uma obra específica, não. Mas eu me inspirei bastante no universo de Gilberto Braga, que sempre foi um mestre em retratar a podridão por trás do glamour. Os Fantoches tem essa essência: uma vilã que odeia o Brasil com todas as forças, um retrato ácido da elite carioca, personagens quebrados emocionalmente. Tem alcoólatra, tem cafetina, tem ambição desmedida, traições e segredos. É aquele bom e velho melodrama que não tem medo de ser melodrama. É tudo muito intenso, muito visceral, do jeito que eu gosto de contar histórias. Se você gosta de tramas cheias de tensão e personagens ferinos, Os Fantoches é para você.


Kaique: Você pretende escrever mais webs novelas?


Taís: Claro que pretendo! Já estou com dois novos projetos em andamento. O primeiro é uma trama que aborda o clássico tema de irmãs gêmeas, mas, obviamente, com um toque bem fora do convencional. Resolvi explorar novos contextos, algo que fuja do lugar-comum. Essa novela deve estrear em julho. Assim que terminar.

Assim que terminar minhas merecidas férias, já vou mergulhar na escrita de A Outra. E, além disso, estou desenvolvendo um talk show – algo completamente diferente do que estou acostumada. É desafiador, mas também muito interessante me testar em outros formatos. Acho que é isso que mantém o trabalho vivo, né? Não ficar na zona de conforto e sempre se colocar à prova.


Kaique: Qual é sua melhor web novela e a sua pior na sua opinião?


Taís: Olha, eu sou muito crítica com tudo o que escrevo, muito mesmo. Planejo cada acontecimento com antecedência, mesmo sabendo que, na hora, posso acabar mudando tudo. Gosto de entrar com tudo pronto, mas também gosto de deixar espaço para a criatividade fluir. Agora, se eu tivesse que escolher minha pior obra, acho que seria uma websérie chamada A Feiticeira. Era inspirada na série americana Bewitched. Bonitinha? Era. Tinha um certo verniz? Sim. Mas, sinceramente, acho que foi a coisa mais sem alma e sem inspiração que já fiz. Já minha melhor, sem dúvida.


foi A Substituta. Ela completa 15 anos agora em 2025 e marcou minha estreia. Tinha uma trama forte, um núcleo cômico maravilhoso e foi o mais perto que cheguei do ‘circo’, mas com elegância. É uma história que ainda tem um lugar especial no meu coração.


Kaique: Agora uma pergunta polêmica. Qual é a pior web novela e a melhor web novela que você já leu?


Taís: Ah, eu adoro brincar, sou uma palhaça, uma cachorra, posso ser o que você quiser! Mas, falando sério, da LacreTV? Não tem nenhuma que eu não tenha gostado, de verdade. Meus colegas são eficientes, cada um com sua identidade. Agora, no geral, vou te contar, tinha uma web inspirada em O Quinto dos Infernos. Olha, era super bem escrita, bem feita, mas tinha 209 capítulos. Duzentos e nove! Li todos, mas vou ser honesta: foi um saco. A história podia ter terminado no capítulo cinquenta e ninguém ia sentir falta. Parecia uma novela do Benedito Ruy Barbosa, cheia de barriga. Barriguda mesmo! Agora, já li muita coisa boa também, viu? Vou citar A Terceira Vértice, da minha amiga Susu Cherry. Me diverti demais lendo aquela web, ela era bem safada, bem ousada. E eu amo coisas que saem do comum, que cutucam, que fazem o leitor ficar quente. Essas me ganham fácil.


Kaique: Qual foi a melhor série, filme ou novela que você já assistiu e que merece uma reprise?


Taís: Ah, tem muita coisa que eu gostei na minha vida, viu? Mas, de uma forma geral, eu sou completamente apaixonada pelo universo do Gilberto Braga. Qualquer coisa que ele escreveu, eu pago pau e assisto com gosto. O homem entendia de gente ruim e de intriga como ninguém. Agora, sabe o que eu queria muito? Uma nova reprise de A Casa das Sete Mulheres. Aquela minissérie é um espetáculo! É uma obra que conta um pedacinho da história do meu estado com uma delicadeza e intensidade que só a Maria Adelaide Amaral poderia dar. O texto dela é em estado de graça, puro ouro. Fico aqui pensando como seria lindo revisitar aquilo. Mas, enquanto isso, a gente aguenta umas coisas. Mas, enquanto isso, a gente aguenta umas coisas insossas por aí, né? Fazer o quê!


Kaique: Agora vamos para a última semana. Você acha melhor a TV Aberta ou o streaming?


Taís: Eu sou uma grande defensora da TV aberta. Cresci assistindo, e ali vi muita coisa boa ser produzida, histórias que marcaram época e mostraram o poder da dramaturgia nacional. Talvez seja por isso que fico tão triste com a decadência que vejo hoje. É como se a criatividade tivesse dado lugar a fórmulas prontas e a um certo medo de arriscar, sabe? Nesse momento, vou ser bem honesta: prefiro acompanhar o streaming. Lá tem muita coisa interessante sendo feita, histórias que fogem do óbvio, que ousam, e é disso que a gente precisa. A TV aberta ainda tem espaço para se reinventar, mas enquanto isso, eu fico na fila esperando esse resgate acontecer.


Kaique: Muito obrigado por participar da entrevista! Até a próxima!


Taís: Eu que agradeço, foi uma honra estar aqui com você esta noite. Adorei nossa conversa, de verdade! Só queria ter tido mais oportunidades de soltar umas boas alfinetadas, porque, convenhamos, ser venenosa faz parte do charme, né? Mas tá ótimo, foi leve, foi gostoso, e eu saio daqui satisfeita… por enquanto!


Depois desse bate-papo com a Taís, agora é hora de tensão! Batalha dos Autores está pegando fogo, e chegou o momento que ninguém quer encarar: a primeira eliminação!


Quem será que já vai dar adeus à disputa?


Vítor: Sejam bem-vindos ao segundo episódio de Batalha dos Autores! Na semana passada, nossos competidores deram tudo de si, e quem levou a melhor foi Larice, garantindo a vitória no primeiro desafio e conquistando a imunidade. Já Wendel ficou em risco, com apenas 3 pontos, mas nada está definido ainda…


A competição está apenas começando, e tudo pode mudar!


Agora, confiram o desafio da semana:


Crie uma Cena que Tira o Fôlego


Existem aquelas cenas que nos deixam sem palavras, que aceleram nosso coração e nos fazem perder o fôlego, seja pelo impacto emocional, pela tensão, ou pela reviravolta inesperada. Neste desafio, os autores terão liberdade total para criar uma cena única e arrebatadora, com o único objetivo de deixar os jurados e o público completamente impactados.


Orientações:


A cena pode ser de qualquer gênero: drama, ação, suspense, romance ou até fantasia.


Deve conter um momento de clímax, aquele ponto em que o leitor (ou espectador) sente a intensidade máxima da história.


Inclua diálogos e descrições que prendam a atenção e criem um forte impacto.


Critérios de Avaliação:


1. Impacto Emocional: A cena provocou emoções fortes nos jurados?



2. Originalidade: A história surpreendeu e trouxe algo novo?



3. Clímax: O ponto de maior tensão foi bem construído e convincente?



4. Escrita: Clareza, fluidez e qualidade técnica da narrativa.


Vítor: Os competidores foram surpreendidos com o primeiro plot twist da temporada! No Batalha dos Autores, nada é previsível, e desta vez, o vencedor do último desafio recebeu um poder decisivo: zerar a pontuação de um dos adversários.


Com essa escolha em mãos, Larice teve que tomar uma decisão estratégica que pode mudar o rumo do jogo.


Quem será que ela escolheu?


Confira a cena do Wendel:


https://docs.google.com/document/d/1v5Rka9hbW1wl4BFz6_T7erONdnrq95wSFqh3DrID880/edit?usp=drivesdk


Confira a cena do Jacques Leclair :


https://docs.google.com/document/d/1b3x1itMLpp33-uZQY85auFOCZAOSsnW-QCaBNJfwqEw/edit?usp=drivesdk


Confira a cena do Kaíque :


https://docs.google.com/document/d/1HB7ZhCmChRuCrXE7RNDeleRTq3thj9zM-KImVK3KCcc/edit?usp=drivesdk


Confira a cena da Larice:


https://docs.google.com/document/d/1v5Rka9hbW1wl4BFz6_T7erONdnrq95wSFqh3DrID880/edit?usp=drivesdk


Avaliação Taís:


"Olha, se tem uma coisa que eu amo é quando uma personagem parece feita sob medida, e Miriam grita Elizabeth Savalla — já imagino ela pintando, bordando e soltando os cachorros com classe. Viviana, coitada, é tipo comida para hipertenso: sem sal, mas serve ao propósito dramático. Cumpre tabela, sabe? Agora, o momento que a fita gravada é reproduzida merecia um close melhor sinalizado, ficou meio "ué, que rolê é esse?". Ah, e senti falta de rubricas durante as falas, aquele empurrãozinho pro ator brilhar mais. Mas no geral, cena bem redonda e escrita com vontade, daquele jeitão gostoso de ler!"


"Olha, eu amo uma boa cena de ação — tiro, porrada e bomba sempre dão aquele gás na trama. Mas convenhamos, escrever isso é mais difícil que equilibrar dieta sem carboidrato. Achei meio Marvel que só os carros levaram bala com tanto chumbo voando. Cadê os civis gritando e se jogando no chão? Realidade mandou beijo e passou longe. E Gilson se mexendo com um tiro no pé? Meu amor, só se ele for o novo Wolverine. Agora, vou dizer: a morte dele foi bem o clímax dramático. E o desfecho com Aurora atirando nas genitais? Genial! Mas será que compensa os furos e os errinhos de português? Fica a reflexão."


"Olha, essa cena de Desejos foi babado! No começo, confesso que pensei: "Pronto, vamos revisitar o Cadinho de Avenida Brasil" — já tava até esperando as três mulheres brigando com os vasos de planta na mão. Mas aí Daniela encarnou total a Silvia de Duas Caras, com aquela vibe surtada de diva rejeitada, e o nível subiu horrores. Os flashbacks foram bem encaixados, nada daquele looping cansativo de novela ruim. Só acho que na hora dos tiros podia ter mais emoção, né? Uma gritaria, um desespero, porque bala perdida tem que causar climão! Mas o final com Daniela louca foi ouro puro."


"Olha, no começo achei que tava entrando num capítulo de Rainha da Sucata, com aquele clima dramalhão industrial — até descobrir que Ricardo matou Clara de fato! E o clímax foi puro terror macabro. A perseguição de Lorena? Total vibes da franquia Pânico, fiquei esperando a musiquinha tensa e até dei umas risadas (não me julguem, tá?). Mas não perdeu o peso, não! Aí veio Gabriel bancando o herói — do nada, claro — e a construção despencando. No fim, geral parecia o bebê que Félix jogou na caçamba em Amor à Vida. Achei o começo bem potente, mas será que o molejo manteve o clima até o fim? Fiquei na dúvida."


Resultado do Segundo Desafio – Primeira Eliminação no Batalha dos Autores


A competição pegou fogo com o primeiro plot twist da temporada! Larice, vencedora do primeiro desafio, recebeu o poder de zerar a pontuação de um dos adversários e tomou uma decisão estratégica: Jacques Leclair perdeu todos os seus pontos e voltou ao zero!


Confira o pódio da jurada fixa, Taís:

🥇 Kaíque – Desejos

🥈 Larice – Jogo da Vida

🥉 Jacques Leclair – Miriam


Pontuação Anterior:


Larice – 15


Jacques Leclair – 13 (Zerado pela decisão de Larice)


Kaíque – 5


Wendel – 3



Pontuação do Desafio:


Kaíque – 15


Larice – 13


Jacques Leclair – 10


Wendel – 0



Pontuação Final:


1️⃣ Larice – 27 pontos

2️⃣ Kaíque – 20 pontos

3️⃣ Jacques Leclair – 10 pontos

4️⃣ Wendel – 3 pontos


Infelizmente, com a menor pontuação, Wendel se torna o primeiro eliminado do Batalha dos Autores. Sua jornada chegou ao fim, mas sua criatividade e talento deixaram sua marca na competição!


A disputa continua, e a cada episódio tudo pode mudar! Quem será o próximo a surpreender? Nos vemos no próximo desafio!


Vítor: Bom agora vamos falar da novidade que vem aí . Taís me conta tudo, com os mínimos detalhes.


Tais : Sabe, Vítor, estar no Na Mira da Taís é um esporte de alto risco. Aqui, você entra achando que vai nadar de braçada, e eu te afogo na profundidade das perguntas. Não tem colete salva-vidas, só verdades expostas sem filtro.

Se for frágil, é melhor nem sentar nesse sofá, porque eu te aviso: eu sou o VAR das entrevistas. Analiso cada palavra, volto a fita e aponto até impedimento emocional. Tá preparado ou vai pedir revisão de lance. E é isso, meu povo! Aqui ninguém escapa da mira — nem de salto, nem de terno e muito menos com discurso ensaiado. Porque se tem uma coisa que eu garanto é que verdade e provocação são minha especialidade.

Então já deixa marcado: em março estreia a temporada mais quente de Na Mira da Taís. Preparem o colete à prova de perguntas, porque aqui eu não miro pra errar. Até lá!


Vítor: Aí, chegou a hora de dar adeus! Quero agradecer a todos que acompanharam o programa, à Larice pela oportunidade, ao Novelex por lembrar que o programa existia, e ao Kaíque, que segurou essa barra comigo nessa caminhada. Foi um prazer trazer fofocas, polêmicas e muito deboche para vocês.

Foi muito bom estar à frente do Vítor Show, um programa que emocionou, fez rir, causou polêmica e, claro, entregou muito lacre! Tivemos momentos icônicos, barracos disfarçados, convidados que brilharam (outros nem tanto, né?), e uma audiência fiel que acompanhou cada edição. Mas tudo que é bom chega ao fim.

Eu, Vítor, agradeço do fundo do meu coração por cada momento, cada risada, cada polêmica e cada participação especial que fizeram do Vítor Show um programa inesquecível. Kanimambo a todos que estiveram comigo nessa jornada! Adeus...


FIM 


Agradecimentos; Kaíque, Larice,aos telespectadores e ao Novelex.


🚨 BATALHA DOS AUTORES será exibida apartir de agora aos domingos as 18h.


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